Muito prazer

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Jornalista, ariana três vezes (sol em áries, lua em áries - cheia - e ascendente em áries), serpente do horóscopo Chines e tenho Afrodite como Deusa regente. Tudo isso influenciou demais na minha vida e nas minhas conquistas até hoje, mas agora está focado na maternidade. Aguenta!

domingo, 11 de dezembro de 2011

A primeira festa


Tivemos uma semana agitada como todo o mês de dezembro promete (e todo ano é assim mesmo). Mas em 2011 tivemos que acrescentar mais uma atividade: os ensaios para a apresentação de Natal no Jardim Colibri, a escola do João Ricardo.
Ao contrário do que acontece em muitas escolas, no Waldorf, os pais se apresentam para os filhos. Sim, os pqueninos se sentam em platéia e nós somos os personagens de uma peça teatral que conta a história do nascimento de Jesus. Eu peguei o papel da narradora da história e o Ricardo, tocou violão. Todo o teatro era cantado e contado. Os personagens só gesticulam e cantam, não têm falas. É diferente, engraçado e, claro, emocionante. Me saí super bem nos ensaios (tive somente um erro), mas não contava que na hora iria ser tudo diferente.
Sabe, eu tive inúmeras apresentações na minha vida: de escola, de rua, de dança, festas juninas e tantas outras, mas nenhuma, nenhuma mesmo me causou a apreensão e o nervosismo desta. Mal dormi de sexta para sábado (10/12), estava de plantão e ão conseguia me concentrar no trabalho. Consegui cumprir o horário na escola somente graças a gentileza de uma colega de trabalho (Juliana Belluomini) que chegou mais cedo para eu conseguir sair a tempo de chegar no Colibri junto com os outros pais. Saí do trabalho e dirigi parecendo que estava fazendo uma viagem de 2000 km e não um persurso que gasto, em média, 15 ou 20 minutos para percorrer sem trânsito. Ansiedade, como vai vc, sua linda? Ela não me deixa...
No fim, chegamos atrasados, mas deu tudo certo.
A encenação foi linda e todos nós (que participamos) choramos, nos emocionamos. Só aí que eu percebi que "meu papel" (o de narradora da história) era o pior de todos!!! Com a emoção, quase não consegui falar!!! ahahahaha
Mas deu tudo certo e foi tudo muito, muito lindo.
Eu estava tão orgulhosa que não cabia em mim. O Ricardo se arrumou todo, trocou cordas do violão dele (ele tocou na peça)...foi um prumo só.
Após a apresentação, teve a confraternização na classe do João. Aí ele "se achou".
Estávamos nós (eu e o Ricardo), meu pais, meu irmão, minha cunhada, o irmão do Ricardo, a namorada dele, a irmã do Ricardo e o pai dele. O joão ficou em extase: parecia que ele estava recebendo a gente, sabe? Incrível como uma criança expressa sua satisfação.
Ele não parou 1 segundo sequer. Queria que todos comessem e pegava coisas da mesa para servir a todos nós. Um barato. Fora o quanto ele abraçava as colegas de classe dele...
Na hora em que as mães da sala homenagearam a professora Nicole, o João, no instinto dele, correu e deu um abraço nas canelas da Nicole (porque é onde ele alcança, né?). Parece até que ele entendeu o recado...rsrsrsrs
Enfim, foi uma experiência ótima. Adorei fazer parte de tudo isso e no que depender de mim, ele sempre terá a mamãe ao lado em todos os momentos da vida.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

João Ricardo é número 5!!!



Prepare-se: se você acaba de chegar em casa com um bebê 5 terá que ser rápido e estar muito alerta. Comece agora enquanto ele ainda tem os limites do berço para segurá-lo. Já já ele estará andando e falando por aí. Prepare-se para acompanhá-lo.

O que você deve pensar primeiro é onde vai levar este bebe para passear pois estar confinado a um espaço reduzido pode ser cruel para um pequeno 5, já que sua natureza o impulsiona a buscar, explorar, a aprender.
Para este pequeno, fazer várias coisas ao mesmo tempo é natural e não vai adiantar exigir que ele imite outras pessoas mais quietas, pois esse é seu estado normal de atividade.

Talvez, para o seu próprio bem, seja necessário ensinar-lhe a diminuir um pouco a velocidade, porém é impossível mudar sua natureza básica sem frustrar suas inclinações naturais.
Sua saúde está submetida a um grande desgaste nervoso. Alimentos e bebidas excitantes, com cafeína por exemplo, devem ser evitados pois aumentam mais essa agitação. Chás que tranqüilizam podem ser uma boa opção antes de dormir.

É comum que em sua etapa infantil ou na pré-adolescência sofra fraturas ou luxações pois gostam de se arriscar nos esportes radicais. É grande aventureiro.

Terá dificuldade em se organizar e dificilmente se lembrará onde deixou os deveres de casa, se é que se lembrou de fazê-los. E não porque não seja capaz pois inteligência e capacidade têm de sobra. é que provavelmente esteja ocupado com alguma de suas criativas e incompreensíveis idéias, e se aborreça ao ter que fazer a rotina diária. É muito útil que você ensine a ele a importância de colocar os pensamentos em ordem, ou toda a sua maravilhosa inteligência poderá ser desperdiçada. Ele deve aprender que não basta saber as coisas, também é necessário relacioná-las de forma útil com o que aprendeu anteriormente. Que seja lembrado a terminar aquilo que começou pois, às vezes, tem interesse exagerado por algum tema, e em pouco tempo se aborrece se já aprendeu o que queria.

O mesmo pode acontecer no seu relacionamento com as pessoas: pode se aproximar muito quando desperta seu entusiasmo e pode se distanciar de repente, quando não se sinta mais motivado. Gosta de experimentar de tudo, as novidades o atraem, as mudanças o motivam. Aborrece-se com a rotina e com o que implique numa repetição sistemática daquilo que já conhece.
O pequeno 5 pode ser capaz de fazer os deveres ao mesmo tempo em que assiste tv.
Ele pode ter dificuldades para ser pontual, pois a qualquer parte que vá sempre encontra algo novo que o atrai. È possível também que seja difícil para ele ouvir sem interromper, porque capta instantaneamente a idéias e não se interessa por ouvir os detalhes infindáveis de qualquer história.

Suas características mais marcantes são a curiosidade, a comunicação, o desejo de contato com outras pessoas e a necessidade de expansão. Quer movimento constante, é curioso mas sem se aprofundar. Às vezes busca algo impossível. A sua agitação faz com que se sinta atraído por várias coisas ao mesmo tempo. Os objetivos a longo prazo não o interessam, necessita conseguir resultados imediatos para continuar motivado.Com os amigos, é encantador. Às vezes dá a impressão de que conhece absolutamente todo mundo. Sempre está rodeado de gente. È capaz de fazer qualquer coisa pelos amigos, porém sem perder sua independência. Deve ser tratado com uma mistura de tolerância e disciplina porque é impetuoso e ansioso. A melhor atitude com eles é o diálogo, nunca a repressão.

Aproveite muito agora pois quando ele crescer você se lembrará com saudade de quantas vezes ele se colocou em risco, querendo ver o que tinha dentro de uma panela no fogão, tentando colocar algo na tomada e você dizia: Por que você não descansa um pouco, por que você se mete em todos os lugares?
Certamente esta curiosidade se transformará em algo útil para o seu futuro como adulto. Será livre sem ser irresponsável

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ser ou não ser?

As vezes acabo presenciando cenas que me levam a pensar (e até falar. Com o Ricardo, claro - coitado -rs) em como algumas pessoas que não tem filhos falam dos filhos das outras com propriedade (como se entendessem bem do que falam). Ainda ontem confessei ao Ricardo: sabe, eu fazia isso. Antes de ser mãe eu não falava diretamente para a mãe ou o pai, mas pensava e falava para qualquer outra pessoa: ai, por que eles não fazem isso ou aquilo, por que não pegam assim ou assado...ahahahaha. Acontece que aquele velho ditado, pimenta nos outros é refresco, se encaixa direitinho aqui. Quando o bicho pega mesmo, não são estas pessoas cheias de opiniões, certezas (sim, claro, certezas) e idéias quem vão resolver "seus problemas" e sim, você mesmo. Sim, você, mãe ou pai ou os dois juntos. Mas é para o responsável que sobra. Sempre. Então, ora, quem sabe o que deve ser feito com a criança é o responsável por ela já que, se der errado, o responsável perceberá que agiu mal. E assim se educa. Não é só o adulto que educa a criança. A recíproca também é verdadeira. E muito. Nenhuma mulher (ou homem) nasce sabendo educar um filho. Nem pedagogo aprende isso. Pedagogo aprende a educar a criança dos outros, mas na hora de educar as próprias, acabam tendo os mesmo tropeços do que qualquer outro profissional que se dispõe a aventurar-se na vida com filhos. Isso se chama maternidade, paternidade, família...E só quem sabe o que é isso é quem tem isso. E ainda acho que nem todos homens e mulheres do mundo precisam disso para ser feliz. Tem gente que é muito feliz sem filhos e ponto. Ah! E seriam mais felizes se parassem de se preocupar com o problema dos outros e fossem fazer algo que julgam melhor (ou mais interessante). Para escolhermos termos ou não filhos devemos pensar que assim como ser mãe (ou pai) é para sempre, o NÃO ser (mãe ou pai) também é para sempre. E se optamos pela sefunda opção, temos que arcar com as responsabilidades (e pressões) que a dicisão envolve.
Encontrei um texto da jornalista Martha Medeiros que fala disso bem.
"Semana passada me telefonaram de um jornal para pedir um depoimento sobre mulheres que decidiram não ter filhos. Queriam um testemunho curto e rápido. Sobre um tema tão intenso? Fui curta e rápida, mas agora vou me estender. Tenho duas filhas planejadas e amadas, que nunca me provocaram um segundo sequer de arrependimento. Mas nunca fui obcecada pela maternidade. Acredito que qualquer mulher pode ser feliz sem ser mãe. Existem diversas outras vias para distribuirmos nosso afeto, diversos outros interesses que preenchem uma vida: amigos, trabalho, paixões, viagens, literatura, música - até solidão, se me permitem a heresia. Conheço mulheres que se sentem íntegras e felizes sem ter tido filhos, e mulheres rabugentas que tiveram não sei por quê, já que só reclamam. Há de tudo nesta vida. Mas tenho pensado nesta questão porque, dia desses, uma amiga inteligente, realizada e linda completou 50 anos e se revelou meio abatida por certos questionamentos que chegaram com a idade - uma idade que está longe de ser das trevas, mas que é emblemática, não se pode negar. Ela nunca quis ter filhos. Escolha não, impossibilidade. Tem uma vida de sonho, mas ela anda se perguntando: não tive filhos, será que fiz bem? Ninguém tem a resposta. Mas é fácil compreender o dilema. Quando entramos nos 30, o relógio biológico exige uma decisão: ter ou não? Algumas resolvem: não. Criança dá trabalho, criança demanda muita atenção, criança é dependente, criança interfere no relacionamento do casal, criança dá despesa, criança é pra sempre. Tudo verdade, a não ser por um detalhe: crianças crescem. Crianças se transformam em adultos companheiros, crianças são quase sempre nossa versão melhorada, crianças herdarão não apenas nossos anéis, mas nossos genes, nosso jeito, nossa história, e isso é explosivo, intenso, diabólico, fenomenal. Aos 30, só pensamos na perda da liberdade, mas, aos 50, conseguimos finalmente entender que a maternidade é muito mais do que abnegação, é uma aposta no futuro. Depois dos anos palpitantes e frenéticos da juventude, chega uma hora em que deixamos de pensar apenas no lado prático da vida para valorizar as conquistas emocionais, que são as que verdadeiramente nos identificam. Não estou fazendo apologia da maternidade, sigo acreditando que todas as escolhas são legítimas. Mas optar por não ter filhos não é algo trivial. É uma experiência profunda de que abriremos mão de vivenciar. É uma emoção que transferiremos para sobrinhos sem jamais saber como seria se eles fossem gerados por nós - ou adotados, o que dá no mesmo. Vale a pena desprezar este investimento de amor? Um investimento que, diga-se, é uma pedreira muitas vezes, não é nenhum mar de rosas! Nessas horas é que faz falta uma bola de cristal. O problema é se a dúvida vier nos atazanar mais adiante. A gente nunca sabe como teria sido se... É por isso que, neste caso, compensa queimar bastante os neurônios antes de decidir. Não dá para pensar no assunto levando-se em conta apenas o momento que se está passando, mas o contexto geral de uma vida. Porque não ser mãe também é para sempre."
(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal o globo de 08/maio de 2005)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Faz parte


Então, é triste mas é verdade: as doenças fazem parte das nossas vidas. E por mais zelosa que eu seja, não dá para livrar João Ricardo de tudo de ruim nesta vida.
Com um quadro clínico de mais de 1 mês de tosses e mais tosses que iam e vinham, dei um basta e coloquei o pediatra na parede: não vou mais dar remédio para ele se não dscobrir o que ele tem. Não é possível e tal...Enfim, raio-x, tomografia, exames mil: bronquite alérgica, sinusite, laringite e faringite. Esse era o quadro. Antibiótico, anti-inflamatório, xarope e rinosoro para sair da crise.
Tomei outra atitude: homeopata já!
Levei. O cara é um velho meio doido, mas disse que vai tratar somente a bronquite do João que é para eu continuar levando ao pediatra dele. Isso foi um alívio para mim porque não quero adotar a consuta homeopada somente, mas sim fazer só o tratamento mesmo.
Hoje, João toma 2 fórmulas de gotinhas de 3 em 3 horas, um xarope 4 vezes ao dia, 4 bolinhas 3 vezes ao dia, 2 gotinhas em cada narina 3 vezes ao dia de uma quarta fórmula.
Além disso, fórmula também para a limpeza do quarto e dos brinquedos dele. Tudo para matar o ácaro maldito que agrava o quadro dele.
Outra novidade: natação. Tanto o pediatra quanto o homeopata recomendaram.
João gostou muito de ter voltado a nadar. E eu, agora, tenho compromissos todas as segundas e quartas (dias da natação). Meu compromisso se chama "felicidade do João Ricardo".

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O motivo é: João Ricardo


A última sexta-feira foi um dia de divisor de águas na minha vida. Sim, na minha vida de jornalista, profissional, mulher...
Vamos contar a história do início.
No dia 01/08 João Ricardo começou na escola. O matriculamos no Jardim Colibri, com sistema pedagógico Waldorf. Ele está na "classe" de 0 a 3 anos. Foi uma semana de adaptação feita pelo Ricardo. Segunda, terça, quarta, quinta...ele "abriu o bico" e disse: acho que o João não precisa passar por isso, vai dar errado, ele chora muito, eu fico com dó e tal. Na sexta, eu fui levá-lo e a professora pediu para que eu ficasse já que na quinta ele passou uma manhã bastante nervoso e agitado, chorando. Liguei para o meu chefe, mandei SMS para os colegas do trabalho e fiquei lá: de joelhos na mini-classe meio que escondida para ninguém me notar lá. Como se adiantasse...João não desgrudou. Quando se soltava durava alguns segundos, voltava para minha direção. E assim foi. Vi que ele ainda não estava achando super legal a escola mas vi também que a primeira reação das crianças é esta mesmo e é só os pais virarem as costas, eles se soltam e caem na folia.
Voltamos para casa decididos que a escola era sim uma ótima para o João.
Desde então, o levei pela manhã e o Ricardo o busca as 12h, hora da saída dele. De manhã nós temos nosso ritual: o acordo (depois de uns 40 minutos que eu já acordei - tomo banho, me arrumo e tal) conversando com ele: Joããããão...bom dia...gatããããão, gostosooooo, preguiçaaaa, acorda...
Ele vai espriguiçando e levanta sonolento com um sorrisinho cerrado nos lábios que me mata de vontade de agarrá-lo bem forte. Me mostra o Naninha dele (o tal objeto de transição eleito. Ele não o larga. O que aparece na mão dele nesta foto por acaso) e continua com o sorrisinho lindo que eu amo.
O pego, dou bom dia, abraço, beijo, converso, pergunto como ele dormiu (ele não responde nada, claro, mal fala ainda) e eu fico achando tudo aquilo o máximo...
O troco, monto a bolsa que ele leva para a escola e finalmente descemos para tomar a mamadeira. Ele "me ajuda" a preparar o leitinho e toma tudo. Saímos e ele mesmo se guia até o carro e fica parado na porta certinha dele entrar (onde tem a caderinha dele). Coisa mais linda...
Vamos andando (de carro) uns 15 minutos até a escola e vou conversando com ele como se estivesse falando com um adulto! Ele me olha pelo retrovisor com um ar de: eu sei para onde vc está me levando...Não adianta me enganar...
O deixo na sala, o coloco as pantufas e dou tchau. Desde quarta passada ele não chora mais. Já fica sozinho e feliz. Volta animado e super cansado de tanta farra.
Na quarta-feira passada, recebi a notícia aqui no meu trabalho que iria para a equipe de reportagem da emissora. Notícia que eu comemoraria há uns 3 anos, mas hoje, fiquei confusa, indecisa, com medo...enfim, a sensação não foi muito boa. Na sexta-feira finalmente ataquei de repórter. A noite anterior foi péssima. Não consegui ficar com o João. Só chorava. Pensei em nem ir ao trabalho mas a responsabilidade não me deixou.
Dormi mal, acordei mal e não tive um dia bom. A matéria era bacana, boa marcações e tudo mais, mas eu não estava bem. Só pensava no João, na escola, no ritual de todas as manhãs, no sorrisinho cerrado de bom dia...e eu com aquela responsa de fechar uma matéria, escrever texto, decorar passagem...enfim, nunca na minha vida uma manhã demorou taaaaaaanto para passar. Voltei para a redação triste e todos me perguntavam: tudo bem? Deu certo? E eu respondia que sim, mas que não iria ficar na reportagem.
Todos os colegas tentaram me fazer resistir a idéia, mas a ariana aqui já tinha decidido tudo. Fui conversar com o chefe e caí no choro. Pedi desculpas, claro, mas expliquei que não queria continuar por motivos pessoais que não conseguiria ter tão pouco tempo por dia com meu filho. Ele super entendeu e inverteu toda a redação para eu retornar a minha função e continuar no meu horário que consigo levar o João na escola.
Fechei a matéria, gravei e fui embora. Passei na massagem e ao invés da drenagem linfática falei que queria 1 hora e meia de massagem relaxante. Chorei novamente. A massagista não entendia nada. Me perguntava se estava tudo bem. E eu respondia positivamente.
Fui para casa. Eu abracei João chorando. Um drama sem fim.
Ele me olhava sem entender nada, tadinho. Eu estava cansada, sem dormir e chateada.
Daí me perguntam: por que tudo isso se vc conseguiu o que queria?
Porque eu abdiquei de um sonho pela maternidade.
Não que eu fiquei triste, mas fiquei sentida.
Era a oportunidade certa na hora errada.
Agora é a hora de eu suprir minha vontade de ser mãe, de eu dar todo o amor que tenho para o João e de eu ser feliz em fazer um ritual lindo (pelo ao menos para mim) logo cedo, enquanto muita gente dorme.
A hora de ser repórter de televisão passou, agora a hora de ser mãe, como eu sempre quis ser.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Meu Pequeno Príncipe

A Letícia Alencar postou as fotos e as descrições daquele dia tão especial para nós papais, quanto para nosso João Ricardo.

http://www.leticiaalencar.com.br/2011/06/o-pequeno-principe-joao-ricardo.html