Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

domingo, 30 de janeiro de 2011

8 meses de JR



Arroz, chuchu, cenoura, abóbora... Chegou a hora de incluir mais novos sabores no cardápio do seu filho e preparar a tão aguardada papinha salgada. Como os dentes do bebê ainda estão crescendo, a recomendação é esmagar bem cada porção. Mas não passe os alimentos no liquidificador. Afinal, ele também precisa treinar a mastigação.

Uma pitada de sal também pode ser incluída na receita. Um detalhe: o pequeno não está acostumado com esse tempero, então, use o mínimo possível.

As papinhas salgadas devem receber apenas uma pitada do tempero ao fim do preparo. Uma dica: se o alimento está “bom de sal” para o paladar de um adulto, certamente estará salgado demais para uma criança.

Também devem ser incluídos na receita os diferentes grupos de alimento, como vegetais, carboidratos e carne – dessa maneira, a criança receberá os principais nutrientes de que precisa para se desenvolver.

Elas podem ser inicialmente oferecidas uma vez ao dia, como uma espécie de almoço.

Além de saborosa, a versão salgada deve ser nutritiva. Inclua na receita diferentes grupos de alimentos.

Diversidade na papinha

Na preparação das papinhas salgadas, é importante levar em conta os diferentes grupos alimentares e os nutrientes que podem oferecer. P

rocure sempre incluir na preparação uma carne (inclusive miúdos), um carboidrato (arroz, batata, aveia ou massas, por exemplo) e um ou dois vegetais (como cenoura, chuchu e abóbora).

Recomenda-se ainda não utilizar a gordura no preparo para evitar a saturação do óleo, mas regar o prato da criança com azeite ou outro óleo vegetal, como o de milho. Lembre: gordura faz bem para os pequenos.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

7 meses


João Ricardo está com 7 meses

Nesta idade, ele já é capaz de se sentar sozinho. E ele senta. Senta e se diverte com todos os seus brinquedinho.

Para quem estava acostumado apenas com o berço e o colo, sentar-se no chão é a independência total para ele. Ele AMA sentar-se. Basta reclinar o carrinho e amarrá-lo com o cinto na posição sentada que o rapaz vibra com gritinhos e pulinhos.

Cercado de brinquedos, de diferentes tamanhos e cores, o pequeno se transformou em um grande explorador. Com a nova postura, também experimenta mil novos sons produzidos pela boca dele. São carros, beijos e outros sons indefiníveis aqui que ele faz até quando chora...é engraçado.

Sentar é apenas a primeira etapa de uma longa evolução. Daqui para a frente, JR pretende engatinhar. Com quatro apoios ele já fica, falta aprender o movimento da engatinhada. Ele chega lá que eu sei.

Agora, estou na expectati de ouvir MAMÃE ou PAPAI...