Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Últimas horas com a barriga

Faltam apenas algumas horas para a maratona começar. Vamos nos levantar as 03h30, nos arrumarmos e pretendemos chegar na Promatre as 04h30. Minha internação começa as 05h desta quinta-feira, 27/05/2010. Aliás minha nova vida começa nesta data e horário também.
Hoje tomei o último banho com a barriga. Fiz massagem (como todos os dias) e conversei muito com o meu bebê. Me despedi dele na barriga. Disse a ele que massagem agora só ao vivo e a cores. E me pus a chorar. Um choro bom, afinal, trata-se de um choro de sonho realizado, de uma conquista, sabe? Nunca sonhei em ser jornalista, em vencer a vida sozinha, em batalhar coisas, em ser uma mulher independente, em me casar, em me vestir de noiva, em jogar meu bouquet...Nunca sonhei nada disso. Estas coisas apenas aconteceram na minha vida. Agora a maternidade sim era um sonho. um sonho que sempre quis. Sempre desejei ser mãe. Sempre quis sentir a força de uma nova vida no meu ventre. E, graças a Deus e ao meu marido Ricardo, isso aconteceu. Sei que neste momento tem gente pensando: mas a brincadeira de mamãe e filhinho está começando e tal....(risos), mas para mim, agora, depois do nascimento dele, começa uma outra fase. Uma fase mais mecânica de afazeres e tal. Eu falo é desta fase mágica que é a gestação. Eu A-D-O-R-E-I ficar grávida. Adorei minha barriga (tenho certeza que sentirei falta dela no primeiro banho assim como sentimos a falta de um cabelo comprido que tosamos de um dia para o outro, sabe? Só que agora falo de uma vida. Sim é nítido que existe uma vida dentro de mim. Ele se mexe sem parar (isso significa vitalidade, graças a Deus!) e esta sensação que no começa é super estranha, torna-se a coisa mais mágica da sua vida. Eu amei a gravidez e quero outra, pelo menos! (risos)
Hoje foi o dia do telefone tocar: em casa, no celular...todos querendo me desejar uma boa hora, vibrações positivas, palavras de carinho e tudo mais. Tudo foi muito bom: desde o dia que descobri a gravidez até hoje com todo este carinho que recebi dos meuas amigos e familiares. Talvez por isso hoje estou calma, centrada e com um sorriso no rosto e um brilho nso olhos que ninguém consegue tirar. O Ricardo está exatamente como eu. Curtimos tudo o tempo todo juntos e agora, vamos curtir nosso filhote.
Os relatos que até hoje foram de uma mulher que passava pela sua primeira (e almejada) gravidez, a partir de amanhã, passam a ser de uma mãe que tentará fazer o melhor de tudo para ver brotar a todo instante um sorriso lindo no rosto do nosso filho, nosso João Ricardo. Este sorriso é meu objetivo de vida e, tenho certeza, do Ricardo também.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Oração a Nossa Senhora do Bom Parto

Ó Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, fostes isenta da mancha do pecado original, e devido a este privilégio não sofrestes os incómodos da maternidade,
nem ao tempo da gravidez e nem no parto; mas compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das pobres mães que esperam um filho, especialmente nas incertezas do sucesso
ou insucesso do parto.

Olhai para mim, vossa serva, que na aproximação do parto, sofro angústias e incertezas.

Dai-me a graça de ter um parto feliz.

Fazei que meu bebé nasça com saúde, forte e perfeito.

Eu vos prometo orientar meu filho sempre pelo caminho certo, o caminho que o vosso Filho, Jesus, traçou para todos os homens, o caminho do bem.

Virgem, Mãe do Menino Jesus, agora me sinto mais calma e mais tranquila porque já sinto
a vossa maternal protecção.

Nossa Senhora do Bom Parto, rogai por mim!

Pensamento do ano!

Quando o amor de duas pessoas não cabe dentro delas, nasce uma nova vida!

De Neila para João Ricardo

Nunca trocamos um olhar, mas posso sentir seu coração.
Nunca senti o toque delicado da sua pele, mais sinto a sutileza da sua vida a cada minuto dentro do meu ventre.
Nunca ouvi o doce som de sua voz, mas para nós palavras não são necessárias.
Você nunca me beijou, mas sinto entre nós uma ligação eterna e tão profunda que é inútil tentar descrevê-la.
Sonho com o dia que irei segura-lo em meus braços, lhe dar todo o meu carinho e finalmente conhecer seu sorriso.
Esse sorriso passará a ser meu objetivo!! E vou encarar este objetivo como nenhum outro em minha vida até hoje.
Prometo lutar por ele (o sorriso) todos os dias. Peço que tenha paciência comigo, pois mesmo amando-lhe com toda a minha alma, estou aprendendo junto contigo, e, algumas vezes, talvez não saiba como fazer sumir todas as suas aflições.
Mas lhe asseguro que terás sempre o meu máximo. O máximo do meu amor, da minha proteção, da minha vida.
E quando não precisar mais de mim, prometo lhe passar todas as minhas experiências, mas jamais impedir que tenha as suas próprias.
Prometo te amar incondicionalmente!!
Você já vivia em meus sonhos... Sempre lhe esperei!

sábado, 22 de maio de 2010

Depressão pós parto

Com o parto, ocorrem reações conscientes e inconscientes na puérpera e em todo o ambiente familiar e social imediato, que reativam profundas ansiedades. Uma das mais importantes é a revivência inconsciente da angústia do trauma do próprio nascimento: a passagem pelo canal do parto, que inviabiliza para sempre o retorno ao útero e empurra para um mundo totalmente novo e, portanto, temido.

A perda repentina de percepções conhecidas, como os sons internos das mães, o calor do aconchego, enfim, o sentido total de proteção, para o surgir de percepções novas e assustadoras.

A secção do cordão umbilical separa para sempre, o corpo da criança do corpo materno deixando uma cicatriz, o umbigo, que marca o significado profundo desta separação. Assim, no inconsciente, o parto é vivido como uma grande perda para a mãe, muito mais do que o nascimento de um filho. Ao longo dos meses de gestação ele foi sentido como apenas seu, como parte integrante de si mesma e, bruscamente, torna-se um ser diferenciado dela, com vida própria e que deve ser compartilhado com os demais, apesar de todo ciúme que desperta. Sendo assim, a mulher emerge da situação de parto num estado de total confusão, como se tivessem lhe arrancado algo muito valioso ou como se tivesse perdido partes importantes de si mesma.

Tanto quanto na morte, no nascimento também ocorre uma separação corporal definitiva. Este é o significado mais doído do parto e que se não for bem elaborado, pode trazer uma depressão muito mais intensa à puérpera: o parto é vida e também é morte.

Os sintomas do estado depressivo variam quanto à maneira e intensidade com que se manifestam, pois dependem do tipo de personalidade da puérpera e de sua própria história de vida, bem como, no aspecto fisiológico, as mudanças bioquímicas que se processam logo após o parto.

Além das vivências inconscientes em que predominam as fantasias de esvaziamento ou de castração, as mais intensas são as ansiedades de carência materna - quando a puérpera apresenta forte dependência infantil em relação à própria mãe ou ao marido - e as de autodepreciação, quando se sente incapaz de assumir as responsabilidades maternas, e até mesmo inútil, quando não consegue captar a compreensão do significado do choro do bebê para poder satisfazê-lo. Para poder suportar tais ansiedades, inconscientemente, alguns mecanismos de defesa são colocados em movimento, segundo as características pessoas da puérpera.

Dessa maneira, ela pode apresentar-se cheia de uma energia despropositada, eufórica, falante, preocupada com seu aspecto físico e com a ordem e arrumação do ambiente em que se encontra. As visitas são recebidas calorosamente e parece tão disposta, auto-suficiente, como se não precisasse de ajuda externa. Em contrapartida, manifesta alguns transtornos do sono, muitas vezes necessitando de soníferos.

Se o ambiente mais próximo não lhe oferecer carinho e atenções, tal estado pode produzir somatizações, como febre, constipação e outros sintomas físicos. Do mesmo modo, se as fantasias inconscientes não puderem ser contidas, surgem as ansiedades depressivas de modo ocasional ou em acessos de choro, ciúmes, aborrecimento, tirania ou em expressões de autodepreciação e de auto-acusação.

A puérpera, ao contrário da hiperativa, pode apresentar-se com um profundo retraimento, necessidade de isolamento, principalmente se há uma quebra muito grande do que esperava, tanto em relação ao bebê idealizado quanto a si própria como figura materna. A prostração e a decepção com sentimentos de fracasso e desilusão, têm também aspectos regressivos que se somam aos já produzidos pelo parto, com a reatualização do trauma do próprio nascimento, fazendo com que a puérpera sinta-se mais carente e dependente de proteção, como que competindo com o bebê as atenções do meio que a cerca.

A sensação predominante neste caso, é de sentir-se apenas a serviço do bebê, como se nunca mais fosse recuperar sua vida pessoal.

O homem também pode apresentar o quadro de depressão puerperal, embora com menos intensidade. A depressão masculina tem origem nos sentimentos de exclusão diante da díade mãe-bebê. É como se ele se percebesse apenas como uma pessoa provedora que deve trabalhar e satisfazer as exigências impostas pelo puerpério da mulher.

A própria vivência emocional do parto e a possibilidade de decepção quanto ao sexo do bebê, num momento em que todos ao seu redor parecem ocupados demais para lhe dar a atenção que necessita, muitas vezes encontra saída para suas ansiedades, no ambiente externo ao lar. Daí o aumento das atividades e carga horária no trabalho, relações extra-conjugais ou mesmo somatizações com ocorrências de doenças ou quedas com fraturas, para poder também chamar atenção sobre si.

No caso de já existirem outros filhos, estes também sofrerão impactos emocionais, com a ausência da mãe e o medo de perder seu amor em prol do novo membro da família. O modo como demonstrarão tais sentimentos, freqüentemente vão desde a regressão, quando solicitam novamente o uso da chupeta, apresentam transtornos do sono, inapetência, voltam a molhar a cama, até mesmo a negação da própria mãe, como se não precisassem mais de seu amor e cuidados. Neste momento, vinculam-se mais fortemente com o pai ou com a pessoa que as está atendendo, fortalecendo na figura materna o sentido de incapacidade, de não conseguir realmente dar conta das antigas e novas responsabilidades, concomitantemente.

É muito difícil determinar o limite entre a depressão pós-parto normal da patológica, chamada de psicose puerperal. A característica principal desta é a rejeição total ao bebê, sentindo-se completamente aterrorizada e ameaçada por ele, como se fosse um inimigo em potencial.

A mulher sente-se, então, apática, abandona os próprios hábitos de higiene e cuidados pessoais. Pode sofrer de insônia, inapetência, apresenta idéias de perseguição, como se alguém viesse roubar-lhe o bebê ou fazer-lhe algum mal. Se a puérpera estiver neste quadro de profunda depressão, sem poder oferecer a seu filho o acolhimento necessário, este também entrará em depressão. As características apresentadas são: falta de brilho no olhar, dificuldade de sorrir, diminuição do apetite, vômito, diarréia e dificuldade em manifestar interesse pelo que quer que esteja ao seu redor. Conseqüentemente, haverá uma tendência maior em adoecer ou apresentar problemas na pele, mesmo que esteja sendo cuidado.

Se há bloqueio materno em manifestar amor pelo filho, alguém deve assumir a tarefa de maternagem em que o bebê possa sentir-se amado e acolhido, pois sem amor não desenvolverá a capacidade de confiar em suas próprias possibilidades de desenvolvimento físico e emocional.

Neste caso, o psiquiatra deve ser consultado urgentemente e, simultaneamente ao apoio farmacológico, será aconselhada a psicoterapia.

Assim, o ambiente imediato deve estar atento à intensidade da depressão apresentada pela puérpera, no sentido de que se não puder proporcionar a segurança e a paz que ela necessita, possa pelo menos aconselhá-la a procurar ajuda profissional neste momento de crise.

De qualquer maneira, em quaisquer desses estados apresentados, é comum e esperado, na puérpera, a ocorrência de idéias depressivas e persecutórias, o retraimento e o abandono ou a hiperatividade, sem chegar ao nível alarmante da psicose puerperal. O próprio estado regressivo em que se encontra contribui para o surgimento de tais sintomas.

Assim, se a família e os amigos colaborarem de modo satisfatório, proporcionando confiança e segurança à puérpera, principalmente no tocante às atividades maternas, sem críticas e hostilidades, mas com compreensão e carinho, acolhendo-a nos momentos de maior fragilidade emocional, a depressão pós-parto vai diminuindo de intensidade até se transformar em carinho pelo bebê e respeito pelo ritmo de seu desenvolvimento e progresso.

Até alguns anos atrás, quando as famílias eram mais numerosas, era comum o filho mais velho cuidar do mais novo e, desta forma, quando tinham seus próprios filhos, sentiam-se mais capacitados e seguros em assumi-los. Hoje em dia, é mais difícil passar por esta experiência, já que todos na família saem para trabalhar muito cedo e o número de filhos ter diminuído consideravelmente. Para suprir tal carência de aprendizagem, algumas maternidades estão implementando o sistema de alojamento conjunto, para que possa proporcionar à gestante a experiência real e supervisionada com seu bebê, o que facilitará a formação do vínculo precoce entre eles.

Meu guri!


Desenvolvimento fetal - 38 semanas de gravidez

No decorrer da 39a semana de gravidez, os bebês pesam em média entre 3 e 3,2 quilos, e continuam acumulando gordura para ajudar a controlar a temperatura depois do nascimento.

Os órgãos e sistemas do seu bebê estão plenamente desenvolvidos, mas os pulmões são os últimos a amadurecer por completo. (Mesmo depois do nascimento, pode ser que demore algumas horas para que o bebê adquira um ritmo normal de respiração.)

Morrendo de curiosidade com a cor dos olhos do seu filho? A maioria dos bebês nasce com olhos azul escuro, mas a verdadeira cor só se define mesmo vários meses depois. A cor que você verá logo depois do parto vai durar pouco -- a exposição à luz muda imediatamente a cor dos olhos do bebê.

Erro básico

Bom, gente, descobri na semana passada que estou 1 semana atrasada nas minhas contas com a minha gestação.

Sim, a pessoa aqui não tem capacidade sequer de saber contar a própria gestação!! hehehe

Estou com 38 semanas completas ontem, dia 21/05/2010. Portanbto segue, na sequencia, as explicações sobre a 38ª semana!!

Meu guri!


Desenvolvimento fetal - 37 semanas de gravidez

Seu bebê pesa por volta de 2,8 quilos, e pode ter até 50 centímetros de comprimento.

A cabeça, do bebê, na maioria dos casos, está encaixada na cavidade pélvica -- cercada e protegida pelos ossos da sua pelve. Essa posição abre espaço para as pernas e o bumbum do bebê, que estão bem apertados dentro do útero.

Muitos bebês já são cabeludinhos, com fios de cabelo de até 2,5 centímetros. Mas não se surpreenda se a cor do cabelo do seu filho for totalmente diferente da do seu. Casais de cabelos castanhos são pegos de surpresa às vezes com um filho bem loiro, e o contrário também acontece. E há, é claro, aqueles bebês que nascem totalmente carecas.

Por falar em cabelo, a maior parte da camada de pêlo fininho, o lanugo, que cobria seu bebê a partir da 26a semana já desapareceu, assim como a maioria do verniz caseoso, a substância esbranquiçada e viscosa que também envolve o corpo dele.

O bebê vai engolir o lanugo e o verniz junto com outras secreções, e eles ficarão armazenados no intestino, para formar o primeiro cocô do seu filho, uma substância escura, quase preta, chamada mecônio.

Tudo certo!

Agendei a cesariana. Prontofalei!
Alguns motivos me levaram a isso, claro que, principalmente, a opinião do meu obstetra em realção ao meu tipo físico, o tamanho do meu bebê, minha (querida) pressão arterial que insiste em subir ainda, meu risco (grande) de depressão pós parto e por último, mas não menos importante, pela minha extrema ansiedade.
Será nesta quinta-feira, 27/05/2010, as 07h na Promatre Paulista. Um lugar lindo que eu e o Ricardo escolhemos com o maior carinho. Vou usar a sala de parto aberta, ou seja, a platéia toda (sim, devem juntar umas 20 pessoas por lá na hora. A família e os amigos estão tão enlouquecidos quanto nós!) assiste o momento do nascimento e dá aquele primeiro tchauzinho básico para o pequeno João Ricardo já nos primeiros minutos de vida.
Estou com medo? Sim. Bastante. Medo de dar algo errado, medo do bebê não gostar de mim (parece banal, mas rola esse medo), medo de não ter leite, medo do leite secar, medo de não dar conta do recado que um bebê exige, medo de não ser uma boa mãe, boa esposa...enfim, medos mil.
Meu psiquiatra está de olho em mim. Teme por uma depressão pós parto. Já nos deu uma série de recomendações para que eu não caia nesta armadilha do cérebro. Tomara que dê tudo certo.
Esta semana será de uma espera. Talvez a melhor espera (e mais demorada tb) da minha vida. Vou tentar fazer mil coisas para desanuviar a cabeça. Tipo várais coisas no mesmo dia, comer em lugares diferentes, cinema, enfim, vamos inventar já.
Durante a semana escrevo mais por aqui. Vamo que vamo!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Meu guri!


Desenvolvimento fetal - 36 semanas de gravidez

Seu bebê continua engordando -- até 30 gramas por dia. O João pesa 2,96 kg e mede 49 cm de comprimento de acordo com o ultrasson do último dia 14/05.

Pode ser que você sinta aumentar a pressão no baixo ventre, e note que seu bebê está descendo. Quando ele encaixar, seus pulmões e seu estômago vão agradecer, e você conseguirá respirar e comer um pouco melhor.

Andar, porém, vai ficar cada vez mais desconfortável -- há mulheres que dizem que parece que o bebê vai despencar a qualquer momento. Além disso, a vontade de fazer xixi dificilmente dará trégua.

A boa notícia é que, no fim desta semana, sua gravidez será considerada "a termo", ou seja, se o bebê nascer já não vai mais ser considerado prematuro.

Na consulta de pré-natal, agora semanal, seu médico pode querer fazer um exame de toque para ver se seu colo do útero já começou a dilatar (abrir) e apagar (afinar).

O médico também vai verificar a posição do bebê, para determinar se ele já está encaixado.

Está quase tudo pronto

Na sexta passada tive a maravilhosa notícia de uma amiga do Buga que teve bebê. Nossas gestações eram bem próximas...
Bom, precisa dizer que eu pirei? Então, cheguei em casa arrumando minha mala como se estivesse atrasada para um vôo ou coisa parecida.
O Ricardo até assustou.
Eu já tinha separado e lavado tudo, mas ainda não tinha arrumado na mala. Como uma afobada ariana doida, quis arrumar tudo naquele dia mesmo. E arrumei. sim, minha mala está pronta. Claro que desde então, a acad hora, me lembro de algo que posso e/ou devo levar para a maternidade e esqueci de colocar na mala. Até o fim desta semana, provavelmente, terei arrumado tudo novamente em uma mala maior...ahahahha
A malinha do João comecei a arrumar hoje. Fiz os famosos "envelopes" por dia. Na verdade, coloquei 2 roupas por dia. Quero ele lindo e cheiroso para receber todos!
Ainda faltam alguns complementos na malinha dele, mas adiantei boa parte. Minha mãe vem na quinta com o resto das mantinhas e fraldas para completarmos tudo e finalmente aguardar pela tão esperada hora. Nossa, esta espera é diferente de qualquer outra que já tive na vida. Muito mais difícil. Quero que chegue logo e ao mesmo tempo, o medo se instala em mim.
Medo de não dar conta na hora do parto (seja ele normal ou cesariana), medo de não ser uma boa mãe para o João, medo de um monte coisas.
Tomara que isso passe ao longo destas duas semanas. Estou torcendo...
Só sei que será um momento mágico de amor e de carinho e sei também, que minha vida jamais será a mesma com o nascimento do meu filho. Sei que o maior amor do mundo, o amor de mãe, é mesmo o mais completo e pleno. Já posso senti-lo.

Está chegando a hora

Estou na reta final. Logo, logo este barrigão aqui vai sumir e minha vida nunca mais será a mesma. Sonho, desejo e quero muito eu filhote, mas tenho cereza que vou sentir uma super falta desta barriga.
A gestação foi a melhor coisa que me aconteceu: o sentimento de felicidade e de amor é tão pleno que vicia. Quero mais! rs
Hoje tenho 36 semanas completas. São 8 meses já. Pela crença de muitas avós, uma gestação se dá com nove luas. Engravidei na Lua Cheia (detalhe: nasci na lua cheia também) e minha 9ª lua cheia entra em curso na próxima quinta-feira, dia 27/05.
Como acredito na força da mãe lua, estou tentando me preparar (não vou dizer que estou preparada porque é mentira!) para que na quinta ou sexta da próxima semana algo diferenet aconteça e eu tenha que correr para a Pro Matre e finalmente ver a carinha do meu João.
João significa enviado de Deus. Tomara que venha com muito amor e saúde esse meu filhote que já está com 49 cm de comprimento e 3kg de peso.
Casa mexida dele dentro de mim é sentida: as vezes com risos, as vezes com dor e muitas das vezes, com um misto dos dois. Adoro tudo!
Vou sentir falta desta barriga...

A volta de volta


Demorei para escrever algo aqui novamente. Na última vez, dia 18 de abril, era meu aniversário, me lembro de tuso que resolvi publicar aqui, mas que muita gente que me conhece, já sabia.
No dia seguinte, dia 19 de abril de 2010, as 03h30, perdi minha priminha Tamara. Ela lutava contra um câncer há apenas 4 meses,q uando descobrimos o mal. Ela foi brava, perseverante. Resistiu plenamente a tudo e a todos...mas o tumor era forte e inerte a quimio que ele tomou com tanto sacrifício e reações mil. Confesso que fiquei sem chão. Por mais que toda a família quis me proteger de tudo, minha princesinha se foi e eu sinto muito a falta dela. Durante toda a internação dela no Instituto do Câncer, eu fazia questão de ir até o quarto para receber das mãozinhas dela o carinho na minha barrigona. E o João Ricardo sentia toda a vibração do momento. Era mágico.
Hoje ela deve adormecer ainda no colo da minha tia, mãe dela, que também tanto amo. Peço somente que tenham paz estas duas almas iluminadas e maravilhosas que tive e oportunidade de conviver.
Tamara e Tia Nora, amo vocês!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Meu guri!


Desenvolvimento fetal - 35 semanas de gravidez

Seu bebê está pesando por volta de 2,4 quilos, com 45 centímetros de comprimento.

Olhando para sua barriga, é capaz de você conseguir distinguir, de vez em quando, o contorno de um cotovelo, um pé ou da cabeça. Daqui a pouco, como a parede do seu útero e do seu abdome fica cada vez mais fina e deixa passar mais luz, ele vai começar a ter ciclos de atividade durante o dia.

Esta semana, os dois rins do seu bebê estão totalmente prontos. O fígado também já consegue processar substâncias de que o corpo não vai precisar.

O volume de líquido amniótico diminuiu bastante, pois o bebê ocupa muito mais espaço dentro da barriga. O útero cresceu nada menos que mil vezes em relação ao tamanho original. Nesta fase você já deve ter engordado entre 11 e 14 quilos, e seu umbigo pode estar saltado e maior.

Talvez você tenha falta de ar, porque o útero está próximo às costelas. Experimente ficar de quatro para conseguir respirar mais fundo. Mesmo que o peso do útero sobre a bexiga a faça ir ao banheiro sem parar, não reduza sua ingestão de água -- seu bebê precisa de bastante líquido.

Uma boa idéia, contudo, é diminuir o consumo de bebidas diuréticas, como chá, café e refrigerante, que podem multiplicar sua vontade constante de fazer xixi.

Logo seu médico deve pedir que você compareça a consultas semanais até o parto.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Meu guri!


Desenvolvimento fetal - 34 semanas de gravidez

Seu bebê está pesando 2,2 quilos, mais ou menos, e já passa dos 45 centímetros de comprimento.

O bebê está ficando cada vez mais gordinho, pois vai precisar da camada de gordura para conseguir controlar a temperatura do próprio corpo depois que nascer.

Se você ainda não tomou coragem para conversar com seu bebê, este é um bom momento para começar. Na 35a semana de gestação a audição do bebê está completamente desenvolvida.

Não precisa se sentir ridícula se de repente perceber que está falando com vozinha de criança. Existem provas científicas de que os recém-nascidos prestam mais atenção a sons agudos.

O parto prematuro é sempre uma possibilidade preocupante, mas é tranquilizador saber que mais de 90 por cento dos bebês que nascem na 35a semana de gestação são capazes de sobreviver -- e a grande maioria sem grandes problemas de saúde. O sistema nervoso central do seu bebê ainda está amadurecendo, mas os pulmões já estão praticamente prontos a esta altura.

Muitas mulheres começam a perceber uma sensação de dor ou dormência nos quadris ao caminhar, que é causada pelo afrouxamento das articulações da região pélvica, que se prepara para o parto.

Se o desconforto for muito grande, não deixe de mencioná-lo para o médico nas consultas, que agora começam a ser mais frequentes.