Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Ele foi passear e tudo vai passar

Hoje meu pequeno foi ao primeiro passeio com a turma da escola. Foi lindo ver aquelas mini pessoas de mãozinhas dadas com os olhinhos brilhando num misto de curiosidade e receio do desconhecido. Os sorrisos entre os lábios mostravam que a ansiedade era por felicidade e isso eu tenho certeza que ocorreu. Tenho convicção que foi uma manhã muito feliz para todos, inclusive para nós, pais. Mas essa "emancipação" me fez lembrar de um texto que li uma vez. Fiz umas adaptações e postei aqui.

PS. Estou louca para agarrar estas bochechas gostosas quando ele chegar e casa hoje...

"Eles vão crescer e dispensar nosso colo;
Vai chegar a fase em que os amigos serão mais importantes que os pais;
Que nossas demonstrações de afeto serão consideradas um grande mico;
Que em vez de torcemos para que eles durmam, torceremos pra que cheguem logo em casa;
Que não se interessarão pelos velhos brinquedos;
Que o alvoroço na hora do almoço ou do jantar, dará lugar a calmaria;
Que os programas em família serão menos atrativos que o churrasco com a turma;
Que dirão coisas tão maduras que nosso coração irá se apertar;
Que começaremos a rezar com muito mais frequência;
Que morreremos de saudade de nossos bebês crescidos.

Por isso...

Viva o agora;
Releve as birras. Eu sei que é difícil. Algumas, pelo ao menos;
Conte até 10. Até 20, até mil;
Faça cócegas. Dê gargalhadas juntos;
Conte histórias;
Dê (e peça) abraços de urso;
Deite ao lado deles na cama. Deixe-os deitar na sua cama de vez em quando. Nos dias frios é uma delícia. Garanto;
Abrace-os quando tiverem medo.
Beije os machucados. Beijo de mãe cura de verdade. Acredite porque eles acreditam que sim;
Solte pipa.;
Brinque de boneca, de carrinho, de avião;
Faça gols, ensine a andar de bicicleta. Comemore a liberdade. Vibre junto;
Divirtam-se;
Acorde cedo aos domingos pra aproveitar mais o dia;
Rezem juntos;
Estimule-os a cultivar amizades;
Faça bolos;
Carregue-os no colo. Mesmo sabendo que terá dor nas costas. Carregue sempre que possível;
Diga que os ama todos os dias/horas. Faça com que saibam o quanto são amados;
Passem o máximo de tempo juntos...

...assim quando eles decidirem partir para seus próprios vôos, você ainda terá tudo isso guardado no coração e deixará tudo também guardado na memória deles." 

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