Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

'Mamaço' reúne 50 mães na Avenida Paulista


Um ''mamaço'' reuniu cerca de 50 mães ontem no Instituto Itaú Cultural da Avenida Paulista. O protesto ocorreu após, no fim de março, a dona de casa Marina Barão ter sido impedida de amamentar o filho por uma educadora do instituto que acompanhava crianças em uma mostra do artista plástico Leonílson.
"Meu filho estava chorando, tirei o peito para dar leite e ela me pediu gentilmente para sair dali. Disse que eu poderia amamentar na sala do bombeiro, mas estava fechada. Então, fiquei na escada", conta. O caso foi parar na internet, onde se espalhou rapidamente e virou manifesto (pacífico). Cerca de 50 mães estiveram no ato, seguido de performance.
O diretor do instituto, Eduardo Saron, explicou que houve ruído na comunicação. "Uma regra museológica estabelece que não é permitido comer no espaço da exposição. Faz parte dos cuidados para preservação das obras. A educadora não teve culpa, simplesmente entendeu que amamentar também é alimentar."
Depois de dizer que seu filho de oito meses não foi amamentado ("Minha mulher não teve leite"), Saron otimizou o ''mamaço''. Disse que o episódio serviu para ele rever a política de atendimento ao público, manifestou apoio ao evento e afirmou que está pensando em programação para esse público específico. "Vamos investir em contação de histórias e peças específicas para bebês."
Vários grupos de apoio à amamentação estavam representados. Como o Facebook retirou do ar uma foto em que Kalu Brum, do grupo Mamíferas, aparecia amamentando seu filho, algumas participantes do manifesto resolveram publicar imagens em que aparecem oferecendo o peito aos filhos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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