Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

sábado, 22 de maio de 2010

Tudo certo!

Agendei a cesariana. Prontofalei!
Alguns motivos me levaram a isso, claro que, principalmente, a opinião do meu obstetra em realção ao meu tipo físico, o tamanho do meu bebê, minha (querida) pressão arterial que insiste em subir ainda, meu risco (grande) de depressão pós parto e por último, mas não menos importante, pela minha extrema ansiedade.
Será nesta quinta-feira, 27/05/2010, as 07h na Promatre Paulista. Um lugar lindo que eu e o Ricardo escolhemos com o maior carinho. Vou usar a sala de parto aberta, ou seja, a platéia toda (sim, devem juntar umas 20 pessoas por lá na hora. A família e os amigos estão tão enlouquecidos quanto nós!) assiste o momento do nascimento e dá aquele primeiro tchauzinho básico para o pequeno João Ricardo já nos primeiros minutos de vida.
Estou com medo? Sim. Bastante. Medo de dar algo errado, medo do bebê não gostar de mim (parece banal, mas rola esse medo), medo de não ter leite, medo do leite secar, medo de não dar conta do recado que um bebê exige, medo de não ser uma boa mãe, boa esposa...enfim, medos mil.
Meu psiquiatra está de olho em mim. Teme por uma depressão pós parto. Já nos deu uma série de recomendações para que eu não caia nesta armadilha do cérebro. Tomara que dê tudo certo.
Esta semana será de uma espera. Talvez a melhor espera (e mais demorada tb) da minha vida. Vou tentar fazer mil coisas para desanuviar a cabeça. Tipo várais coisas no mesmo dia, comer em lugares diferentes, cinema, enfim, vamos inventar já.
Durante a semana escrevo mais por aqui. Vamo que vamo!

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