Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Os tipos de parto

Não se trata de uma simples escolha. E muito menos cabe à futura mãe decidir o procedimento que vai trazer seu filho ao mundo. Na verdade, o veredicto final vai depender do bebê, ou melhor, de como ele está posicionado dentro do útero. Sem falar, é claro, da avaliação do médico.

O parto normal, recomenda a Organização Mundial de Saúde, deve ser sempre a primeira opção. No entanto, os obstetras podem se valer da cesárea quando há algum tipo de complicação.

Via natural

É mais fácil apontar os benefícios do parto normal do que os seus pontos negativos. O risco de a criança e a mãe terem infecções, por exemplo, é menor. Além disso, a recuperação da mulher tende a ser mais rápida. As mães costumam reclamar das fortes dores causadas pelas contrações do útero. Mas, hoje em dia, tal desconforto pode ser amenizado com a anestesia.

Quando a opção é a cesárea

Se o método normal oferece riscos à saúde da mãe ou à do bebê, a cesariana pode ser uma alternativa mais segura. A cirurgia costuma ser indicada para mulheres hipertensas, com um feto de peso menor que 2,5 kg ou gerado em úteros com tumor benigno. As desvantagens são que esse método aumenta o tempo de internação hospitalar e eleva o risco de infecção. A recuperação completa da mãe demora de 30 a 40 dias.

Conclusão

Então, eu quero sim tentar um parto normal. Eu disse normal e não "natural". Qual a diferença? A anestesia. No parto normal, a mulher inicia o trabalho de parto e toma anestesia para aliviar as dores das contrações do útero. No parto natural, isso não ocorre. A mãe fica em trabalho de parto o tempo necessário para que a dilatação fique completa. Daí, depois de idas e vindas da uma banheira com água quente e horas se arrastando de dor, quem sabe o bebe nasce? Me desculpe, mas to fora.
Acho que cada uma conhece seu limite e tem seus princípios e acho também que TODAS merecem respeito.
Portanto, ficar convencendo, colocando medos, contando causos e reprimindo a gestante que ainda passa por esta fase da vida tão maravilhosa (a gestação) é um pecado. Eu, como boa ariana, rebato qualquer opinião/crítica/conselho com aquele jeitinho grosseiro que me é peculiar, mas na boa, acho que estas pessoas merecem.
Ninguém tem o direito de decidir nada para ninguém e muito menos de julgar alguém por algo. Lembrem-se que não sabemos o dia de amanhã e que o mundo dá voltas e tal...
Que todas as mamães possam decidir o melhor futuro para seus filhos, o que elas julguem correto. Viva!

Um comentário:

  1. Oi, querida. Achei seu blog no Google. Também tenho um blog, fala sobre maternidade! Se quiser dar uma espiadinha, fique a vontade.

    http://marianamaedeprimeiraviagem.blogspot.com/

    Bjs,
    Mariana

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