Muito prazer

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Comecei a vida em Santos e cresci educada de acordo com as tradicionais regras que, muitas vezes, envolvem o machismo brasileiro. Mudei. Fiz faculdade fora. Ganhei liberdade, responsabilidade e identidade. Hoje, com 32 anos, estou casada com um homem fabuloso e espero nosso primeiro filho. Um sonho de gente grande, mas que espero desde criança: o da maternidade. O assunto sempre me fascinou e hoje, me pego com o corpo começando a deformar e sintomas nada agradáveis. Sabe o bom da história? Dou risada de tudo! Da azia, das ânsias intermináveis, da fome colossal e do tanto de cremes de estrias que hoje povoam meu banheiro. Isso é somente a primeira fase. Tenho certeza que, depois desta gravidez, continuarei rindo de mim mesma por inúmeros motivos, inclusive por me pegar em diversas situações que jamais imaginei passar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Gestantes devem ficar atentas ao peso para não afetar o bebê, recomenda especialista

O ganho de peso é normal durante a gestação, mas o processo deve ser gradual, pois o excesso de peso é prejudicial para o bebê, segundo a médica nutróloga Eline de Almeida Soriano, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. A especialista explica que muitas são as causas do excesso de peso nas gestantes. Entre elas, alterações no metabolismo energético, aumento do apetite devido a mudanças hormonais, razões psicológicas e mitos, como a falsa ideia de que a grávida deve "comer por dois".

De acordo com especialistas, o ganho de peso na gravidez é normal, mas ocorre com mais intensidade nas mulheres que já estão acima do peso no momento da concepção. "A mulher deve ganhar de nove a 12 quilos ao longo de toda a gestação", explica a médica. "É necessário que o ganho de peso seja gradual. É possível que o metabolismo fique mais lento durante a gravidez, mas este também pode aumentar devido à demanda energética do feto".

O acúmulo de gordura pode trazer complicações para a saúde da gestante e do bebê. Para a mãe, os principais riscos são hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias (problemas de colesterol ou triglicérides), trombose venosa profunda, riscos cardiovasculares e limitações respiratórias. No feto, o peso elevado da mãe pode alterar o seu desenvolvimento, causar macrossomia (excesso de peso do recém-nascido), hipoglicemia no momento do nascimento e obesidade na vida adulta.

Por causa dessas complicações, a médica destaca a importância de medidas para o controle do peso na gestação, incluindo a prática de atividades físicas e cuidados com a alimentação. Caminhadas e a hidroginástica são indicadas pelos especialistas, mas atividades de alto impacto e musculação com excesso de peso são prejudiciais. A alimentação deve ser balanceada e equilibrada, com carboidratos, lipídeos, proteínas, vitaminas e minerais. "Frutas, legumes, verduras e cereais integrais são importantes. O sal, o açúcar e a gordura devem ser ingeridos em menor quantidade. Além disso, a grávida deve ingerir bastante água e as refeições devem ser fracionadas em uma média de seis vezes ao dia", recomenda a médica.

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